RESENHA
MORTÍFERA!
ANGEL
BEATS
Viram as reviews da Opening e da Ending? É, chegou o que vocês esperavam! ANGEL BEATS, COMPLETAÇA, AQUI NO RM!
Direção:
Seiji Kishi.
Produção: Seiji Kishi e Jun Maeda (autor do Mangá).
Estúdio:
P.A Works e Aniplex.
Público
Alvo: SHOUNEN, SEINEN.
Gênero:
Drama, Romance, Comédia, Fantasia, Ação.
Exibição
Original: 3 de Abril de 2010 – 26 de Junho de
2010
Emissora:
CBC, MBS, TBS.
Emissoras
Brasileiras: Não exibido no Brasil.
Sites:
WIKIPEDIA (resumo sobre a obra); AnimeQ (assista online), Animedokidoki (assista online), Anitube (assista online e baixe).
Episódios:
13 Duração: 26:00
No sentido horário a partir de Yui (a doida de cabelo rosa e rabo): Yurippe, a líder do grupo, Kanade, a "anja", Otonashi e Hinata (sim, é "o" Hinata, e não "a" Hinata).
No sentido horário a partir de Yui (a doida de cabelo rosa e rabo): Yurippe, a líder do grupo, Kanade, a "anja", Otonashi e Hinata (sim, é "o" Hinata, e não "a" Hinata).
Chuva de bala, chuva lágrimas!
E aí cambada, sabem aquele anime que te faz chorar que nem uma gorotinha? Sabe aquele anime que te faz pensar na vida? Sim jovens, hoje tem review novinha, hoje é dia de ANGEL BEATS!!!
Então, sabem aquele dia pacato, comum, monótono em que você acorda do nada no meio de um patio deserto e encontra uma garota vestida de uniforme escolar usando um rifle .50 gigantesco? Chato né?
Então, sabem aquele dia pacato, comum, monótono em que você acorda do nada no meio de um patio deserto e encontra uma garota vestida de uniforme escolar usando um rifle .50 gigantesco? Chato né?
Jovens, a começa pelo enredo: Angel Beats começa nos mostrando Otonashi, um estudante que de uma hora pra outra, acorda no chão, jogado no meio do nada, e a primeira pessoa que vê é Yuri, um garota que usa bem...um rifle ponto 50 (sabem, aquela coisa que a gente vê todo dia...) que lhe diz que ele está morto. Otanashi é convidado por ela pra entrar no grupo rebelde "tropa pós-morte" para derrotar quem? Simples, deus. Angel Beats tem um enredo inicialmente bem simples, e com uma narrativa linear e muito bem encaixada que vai ficando cada vez mais pesada conforme o anime avança.
O enredo é inicialmente muito simples aparentemente, mas que vais aos poucos desenrolando.Os demais personagens são absurdamente caricatos, e não tem outro papel na história que não seja provocar a comédia e incentivar quem assista a se divertir (algo que achei até bem maneirnho num anime dessa temática). O recurso do anime pra fazer o expectador se importar com os personagens é muito parecido com o que acontece por exemplo, em Clannad. Temos os momentos de comédia, divertidos, cheios de alegria dos personagens, sequência divertidíssimas que desafiam o senso de ridículo (principalmente com a super carismática Yui, uma garota completamente maluca e animada) mas temos também os momentos mais dramáticos, mais pesados, que dão definitivamente o "acabamento no personagem", o deixando mais profundo mostrando os seus traumas.
Momentos de comédia divertidíssima e de drama intensos são marcas registradas de Angels Beats, que usa a mesma estrutura de Clannad: Multi núcleos e multi clímax, abordando cada personagem ou alguns personagens de cada vez e os desenvolvendo.
No geral jovens, a história em si é bem confusa, e é difícil definir o objetivo, o antagonista, ou mesmo o universo do anime, basicamente tudo gira em torno de um mundo sobrenatural que se mistura a um universo cyberpunk, cheio de referências a NPCs, jogo de sobrevivência e uma tentativa que não fica clara, pra sair de lá. A única personagem que nos ajuda a perceber mais ou menos o funcionamento do mundo de Angel Beats é a aparente vilã, Kanade Tachibana, uma anja cuja aparente missão é exterminar todos aqueles que tentarem atrapalhar a ordem daquele mundo. Fora isso jovens, o restante fica bem vago, e eu considero isso um erro, talvez, necessário.
A quase-lolly Kanade é a vilã do anime. "Oshe?" É, pois é, Angel Beats não costume deixar muito claro quem é quem, ou o que, ou pra que serve isso ou aquilo, talvez sequer exista uma trama propriamente dita jovens. Como a estrutura é sempre "multi", é difícil amarrar os acontecimentos numa história que faça sentido.
Em termos mais chatécnicos jovens, o design de Angel Beats é lindíssimo, uma combinação muito bem feita entre o desenho e a arte digital. A animação também é muito boa, muito natural, e os movimentos e a dublagem são muito boas. O desenvolvimento dos personagens também segue quase uma estrutura em núcleos, cada personagem evolui individualmente, mas sempre, sempre relacionada e interferindo na vida dos outros personagens, aumentando mais a proximidade deles.
Nem sempre personagens são úteis. Shiina (à esquerda) é uma brincadeira de Angel Beats de tirar sarro de pessoas que se fingem de frias, solitárias e antissociais, mas não, ela não serve pra muita coisa no enredo.
TK é outro cujo papel não tem utilidade no anime.
Além desse tipo de desenvolvimento, temos o recurso do multiclímax também, todos os personagens quando tem seus traumas explorados também trazem o clímax, e na boa jovens, esses momentos são maravilhosamente bem feitos, com destaque para o trauma de Otonashi e sua irmã, que traz um clímax que fecha a nossa review, transmitindo perfeitamente pra quem assiste a emoção que a narrativa passa. Se recomendo jovens? Muito, muito mesmo, Angel Beats é um anime curto, mas muito denso (por isso mesmo dividi em 2 reviews), e eu recomendo bastante pra quem quiser assistir um anime que não seja longo, mas que te faça realmente repensar na sua forma de viver e de ver as coisas.
Em breve jovens, PT.2 de Angel Beats , e descubram muito mais sobre um dos melhores
animes do Blog RM!
AGUARDEM!!!
O drama é absurdamente intenso neste episódio de flashback. Depois de perder a única coisa que o prendi à vida, Otonashi sofre um acidente. Jovens, eu digo com todas as palavras, essa sequência de drama é muito foda! ASSISTAM!
Lucas M. Rodrigues, Resenha Mortífera, 24 de Agosto de 2013
Uma das melhores personagens da história de Angel Beats. Yui, a doida do cabelo rosa e rabo de diabinha é uma personagem absurdamente carismática por seu temperamento animado e divertido. Mas sabem, como é comum no anime, existem núcleos de drama onde literalmente uma nova faceta do personagem aparece....
....e com Yui não é diferente. O universo do Anime é algo como: Se você morreu com algum arrependimento, você volta num tipo de "Purgatório". É por isso jovens, que Yui, neste mundo é tão animada. Antes de morrer, bem, a imagem fala por si.
O enredo é inicialmente muito simples aparentemente, mas que vais aos poucos desenrolando.Os demais personagens são absurdamente caricatos, e não tem outro papel na história que não seja provocar a comédia e incentivar quem assista a se divertir (algo que achei até bem maneirnho num anime dessa temática). O recurso do anime pra fazer o expectador se importar com os personagens é muito parecido com o que acontece por exemplo, em Clannad. Temos os momentos de comédia, divertidos, cheios de alegria dos personagens, sequência divertidíssimas que desafiam o senso de ridículo (principalmente com a super carismática Yui, uma garota completamente maluca e animada) mas temos também os momentos mais dramáticos, mais pesados, que dão definitivamente o "acabamento no personagem", o deixando mais profundo mostrando os seus traumas.
No geral jovens, a história em si é bem confusa, e é difícil definir o objetivo, o antagonista, ou mesmo o universo do anime, basicamente tudo gira em torno de um mundo sobrenatural que se mistura a um universo cyberpunk, cheio de referências a NPCs, jogo de sobrevivência e uma tentativa que não fica clara, pra sair de lá. A única personagem que nos ajuda a perceber mais ou menos o funcionamento do mundo de Angel Beats é a aparente vilã, Kanade Tachibana, uma anja cuja aparente missão é exterminar todos aqueles que tentarem atrapalhar a ordem daquele mundo. Fora isso jovens, o restante fica bem vago, e eu considero isso um erro, talvez, necessário.
A quase-lolly Kanade é a vilã do anime. "Oshe?" É, pois é, Angel Beats não costume deixar muito claro quem é quem, ou o que, ou pra que serve isso ou aquilo, talvez sequer exista uma trama propriamente dita jovens. Como a estrutura é sempre "multi", é difícil amarrar os acontecimentos numa história que faça sentido.
Em termos mais chatécnicos jovens, o design de Angel Beats é lindíssimo, uma combinação muito bem feita entre o desenho e a arte digital. A animação também é muito boa, muito natural, e os movimentos e a dublagem são muito boas. O desenvolvimento dos personagens também segue quase uma estrutura em núcleos, cada personagem evolui individualmente, mas sempre, sempre relacionada e interferindo na vida dos outros personagens, aumentando mais a proximidade deles.
Nem sempre personagens são úteis. Shiina (à esquerda) é uma brincadeira de Angel Beats de tirar sarro de pessoas que se fingem de frias, solitárias e antissociais, mas não, ela não serve pra muita coisa no enredo.
TK é outro cujo papel não tem utilidade no anime.
Além desse tipo de desenvolvimento, temos o recurso do multiclímax também, todos os personagens quando tem seus traumas explorados também trazem o clímax, e na boa jovens, esses momentos são maravilhosamente bem feitos, com destaque para o trauma de Otonashi e sua irmã, que traz um clímax que fecha a nossa review, transmitindo perfeitamente pra quem assiste a emoção que a narrativa passa. Se recomendo jovens? Muito, muito mesmo, Angel Beats é um anime curto, mas muito denso (por isso mesmo dividi em 2 reviews), e eu recomendo bastante pra quem quiser assistir um anime que não seja longo, mas que te faça realmente repensar na sua forma de viver e de ver as coisas.
É nesse tipo de momento que Angel Beats brilha com toda a sua força. Otonashi, nosso protagonista tem um flashback em que praticamente toda a sua motivação e história são muito bem exploradas pelo enredo e narrativa. Imaginem, a última pessoa da sua família estar condenada à morte, e você, saudável, ainda reclamar da vida enquanto ela a aproveita.
Em breve jovens, PT.2 de Angel Beats , e descubram muito mais sobre um dos melhores
animes do Blog RM!
AGUARDEM!!!
O drama é absurdamente intenso neste episódio de flashback. Depois de perder a única coisa que o prendi à vida, Otonashi sofre um acidente. Jovens, eu digo com todas as palavras, essa sequência de drama é muito foda! ASSISTAM!
Lucas M. Rodrigues, Resenha Mortífera, 24 de Agosto de 2013
1ª Opening (Abertura): My Soul, Your Beats! (Versão Anime) - Lia:
Versão Full: http://www.youtube.com/watch?v=zIFV8UUs1-c
1ª Ending (Encerramento): Brave Song (Versão Anime) - Aoi Tada:
Versão Full: http://www.youtube.com/watch?v=pQWX4PDIFzI
Resumo do Anime:http://pt.wikipedia.org/wiki/Angel_Beats!#Trilha_sonora
Mangá Online:http://www.mangareader.net/angel-beats-heavens-door
ANGEL BEATS ANIME SOUNDTRACKS OPENIG: http://blogueresenhamortifera.blogspot.com.br/2013/08/anime-soundtracks-aberturas-angel-beats.html
ANGEL BEATS ANIME SOUNDTRACKS ENDING: http://blogueresenhamortifera.blogspot.com.br/2013/08/anime-soundtracks-encerramentos-angel.html
Estivemos no Anime Friends 2013!:
EM BREVE, NO BLOG RM!:http://blogueresenhamortifera.blogspot.com.br/2013/07/em-breve-aqui-no-rm.html
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Esse foi dos animes mais profundos que já assisti, embora teve algumas partes que achei meio bobas.
ResponderExcluirTb achei meio estranho a mudança de personalidade da Kanade no final, ter se tornado aquela garota risonha no final ficou meio esquisito.
Pra um anime tão curto foi bem profundo com certeza. A interação dos personagens são muito boas, e essa coisa de "talento", de "realização do sonho" eu achei genial. E a Kanade fica meio estranha no fina mesmo, mas eu vi que o desenvolvimento dela nesse sentido foi justificado pela relação dela com o Otonashi. Se foi forçado ou não jovem, aí vou ter que olhar melhor e colocar na próxima review!
ExcluirAbraço!
É mesmo, Angel Beats foi curto. Embora a conclusão tenha sido muto boa, o anime deu aquela sensação de que tinha mais histórias pra contar.
ExcluirMas espero que não inventem de fazer uma 2° temporada ou algo assim, é um daqueles contos que se continuar estraga rs.
Abrçs!